E chegou o dia em que deixei de comer animais.

E chegou o dia em que deixei de comer animais.

Finalmente, deixei-me de cenas e tomei uma decisão: Não vou comer mais animais.

É verdade que nos últimos 5 anos o meu consumo de carne e peixe diminuiu drasticamente, a ponto da maior parte das pessoas que me conhece considerar-me vegetariana. O problema é que a regra tinha exceções, exceções essas que tinham origem na conveniência (e gula) de comer aquele frango assado ali da esquina que é tão bom, ou de não dizer que não ao esparguete à bolonhesa na casa de uns amigos, ou até mesmo pedir à minha mãe que me faça um bacalhau com natas que aqui em Espanha não há nada disso.

Cada vez mais consciente das minhas escolhas e com cada vez mais informação acerca da exploração animal em virtude destes “apetites” e, também muito importante, do impacto negativo na nossa saúde, chegou um dia em que disse: basta.

Já chega.

Não vou mais comer cadáveres de outros animais nem sucumbir ao egoísmo de tentar ignorar o que estou realmente a fazer ao comer um hambúrger ou uma salada de atum.

O meu objetivo é chegar ao veganismo e creio que não faltará muito para abolir, totalmente, os produtos de origem animal cá por casa.

 

Sinto-me aliviada. A sério.

 

A*