Receita | Panquecas de aveia e vegetais (sem ovos)

Receita | Panquecas de aveia e vegetais (sem ovos)

Numa tentativa de fazer o César comer mais pela própria mão mas não ter de fazer 1001 refeições diferentes, tenho andado a tentar criar e adaptar algumas receitas que sejam aptas para todos nós.

Já devo ter mencionado por aqui que o meu filho prefere sabores salgados a doces, o que me convém imenso porque eu também e, além disso, fica mais fácil oferecer-lhe mais coisas à refeições.

Como há que ter alguma precaução com os temperos e o consumo excessivo de alguns ingredientes, experimentei uma receita simples que funciona para todos.

 

Ingredientes:

  • Mix de legumes (usei courgette, cebola roxa, alho francês e pimentos)
  • 1 caneca de farinha de aveia
  • 1 caneca de água
  • Sal e um pouco de pimenta
  • 1 colher de sopa de bicarbonato de sódio

 

Preparação:

Juntar e envolver todos os ingredientes e, numa frigideira com um fio de azeite, cozinhar a mistura.

Podem optar por fazer uma colher de cada vez, ou uma concha para fazerem uma panqueca maior. É como preferirem!

Não há nada que enganar e não tem como falhar 🙂

 

 

Espero que tenham gostado!

 

A*

A Semana em fotos #17

A Semana em fotos #17

Ok, venho atrasada, sem posts novos e com um post que na semana passada desapareceu devido à falta de sintonia entre a app do WordPress e o site…

*respira fundo*

Foi uma semana complicada, mas estamos de volta com as fotos da mesma.

  • Melhor amiga nos dias de enjoo constante.
  • Panquecas salgadas para miúdos e graúdos.
  • Achados que interrompem o meu jejum consumista.
  • Ajuda para compor o tapete de plarn que estou a fazer!
  • A cadeira que eu já devia ter comprado para poupar tempo, trabalho e dinheiro!

Resto de boa semana!
A*

Receita | Bolinho de arroz e banana para bebés (sem açúcar e sem ovos) 

Receita | Bolinho de arroz e banana para bebés (sem açúcar e sem ovos) 

A minha ideia era fazer bolachas mas acabei por preferir fazer estes bolinhos – de textura mais mole – para ver se o César aprovava e comia uma coisa diferente ao lanche. 


Ingredientes 

  • 1 banana e meia
  • Uma caneca de arroz puff
  • 3 colheres de sopa de bebida de arroz
  • 1 colher de sopa de farinha de arroz
  • 1 colher de sopa de sementes de linhaça 
  • 1 fio de azeite (ou óleo de côco) 

Preparação 

Amassar as bananas, juntar os restantes ingredientes e incorporar tudo até que  a mistura fique homogénea. 

Untar o tabuleiro, moldar a massa em bolinhas achatadas e deixar cozer no forno por 15 minutos a aproximadamente 180°!

Rendimento

8 porções. 

Experimentem e digam se os pequenos gostam! 
A*

Maternidade = Sororidade?

Maternidade = Sororidade?

Sabem quando encontram um grupo de pessoas e pensam que, nunca na vida, vão conseguir integrar-se nesse grupo?

Isto era eu quando via aglomerados de mães.

Confesso que tinha algum preconceito e, mesmo que um dia me tornasse mãe, não ia querer fazer parte daquele grupo de mulheres que tinha perdido o nome próprio e a vida que tinha antes porque, de repente, a vida delas tinha ganho sentido com a maternidade.

Verdade seja dita, eu já não penso desta forma, contudo, continuo sem me identificar com a típica imagem da mãe que vemos por aí.

O que eu não esperava é que este grupo que eu julgava tão erradamente, fosse tão vasto e diverso. Muito mais do que eu alguma vez imaginei!

Com essa diversidade vi também sororidade! Sim, sororidade, que apesar das discórdias normais entre seres humanos, ainda se vê quando o assunto é maternidade.

A verdade é que fico muito feliz por ver solidariedade e companheirismo cada vez que uma mãe procura ajuda e as outras passam lá para dar, nem que seja, só um abraço de força e ânimo!

Porque já estou farta de perpetuarmos a ideia de que:

 

“a mulher é o pior bicho”

“não somos nada boas umas para as outras”

“não gosto de trabalhar com mulheres porque são do pior”

“as mulheres são umas invejosas”

 

Como disse acima, há discórdias, sim. Há sempre alguém a julgar, ou da mandar um bitaite desagradável mas isso é porque há pessoas que só estão bem a espalhar a sua amargura, independentemente de serem mulheres ou não!

 

Moral da história: Identifiques-te ou não com a maior parte das outras mães o certo é que, em determinada altura, vais recorrer às tuas semelhantes em busca de ajuda, inspiração, ou apenas para desabafar. Vais perceber que, muitas vezes, apesar das diferenças colossais entre todas, vão existir muitos pontos em que a maternidade vos unirá de tal maneira que saberás que podes sempre encontrar ali, junta das tuas irmãs, aquilo que precisas.

 

Certamente, haverá quem não esteja de acordo comigo e tenha outras experiências mas, da minha parte, tudo faço para que possa alimentar estar sororidade e respeito entre mulheres, que tanta falta nos faz.  Esquecer um pouco as diferenças e respeitar a individualidade de cada uma, como eu gosto que respeitem a mim. Se não respeitarem, retiro-me da discussão/situação.

Não vale a pena começarmos a enxovalhar umas às outras e criar guerras quem em nada nos vão beneficiar!

Sejamos mais companheiras, ainda que seja apenas pela única coisa que nos une:

 

A possibilidade (não necessariamente biológica) de ser mãe.

 

A*

 

 

UPDATE | Resumo dos últimos dias.

UPDATE | Resumo dos últimos dias.

Vou ser mais uma daquelas pessoas que já enjoam por estarem sempre a dizer que querem ir de férias. Sim, é um enjoo mas a verdade é que:

 

Mal posso esperar para ir de férias!

 

Férias essas que vão requerer um planeamento extra porque, pela primeira vez, vou viajar com a cria e isso implica uma organização daquelas! Estou quase, quaaaase a entrar na fase da criação de listas para me orientar. Depois digo qualquer coisa.

 

Até lá, continuo a dividir o meu tempo e dedicação entre trabalho, família, blog e a mais uma ou outra coisita que me vai despertando o interesse. Não tenho lido tanto quanto tinha planeado e isso deixa-me um bocado desapontada comigo mesma mas, com calma vamos lá. Em compensação, tenho conseguido moderar o consumismo, reaproveitar roupa e cosméticos e manter uma rotina de organização diária aceitável.

 

Quanto ao blog, tenho vindo a abrir os horizontes para colaborações com outros bloggers e tenho já alinhavados alguns posts. O meu objectivo é trazer mais e melhor conteúdo trocando experiências com outros autores e, claro, com os leitores deste sítio :).

 

O César já vai fazer 11 meses e estou a bater mal com a velocidade com que o tempo está a passar. Entre os 9 e os 10 meses notei um grande salto no desenvolvimento dele e é um grande privilégio poder presenciar este crescimento constante todos os dias ❤

Ás vezes também me pára o coração quando ele tenta partir a boca ao bater com a cara no chão mas, faz parte. Segundo dizem, mãe sofre!

 

Espero que continuem por cá e não hesitem em dar o vosso feedback 😀

Acompanhem-me também no Instagram e no Facebook!

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A*

A Semana em Fotos #15

A Semana em Fotos #15

Esta semana foi O CAOS!

Mas, sobrevivi 🙂

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  • A minha cara quando me apercebo que os dias deviam ter, pelo menos, 30 horas.
  • Raios e trovões em JULHO!
  • Jogos românticos ❤
  • Finalmente tatuei a clave de dó (depois mostro a tatuagem quando estiver curada)
  • A reciclar t-shirts velhas em honra do Julho sem plástico!

 

Boa semana ❤

 

A*

50 Perguntas 50 Respostas

50 Perguntas 50 Respostas

 

Vi esta série de perguntas no blog da Graziela – My Cherry Lips – e decidi responder, porque toda a gente quer sempre saber um pouco mais sobre quem está atrás destas coisas que se escrevem aqui.

 

Bora!

 

 

1. O que é que eu mais odeio em mim? Não conseguir expressar, totalmente, o que sinto (às vezes só).
2. Peso… 64kgs
3. Se pudesse visitar qualquer lugar no mundo, qual seria e porquê? Mais do que um lugar, gostaria de visitar e conviver com uma tribo.
4. A última coisa que me fez chorar… Problemas de saúde de um familiar.
5. Se pudesse voltar no tempo, o que mudaria? Num determinado período da minha vida, teria seguido mais a minha intuição e aquilo que EU achava correto em vez de me deixar influenciar por terceiros.
6. Não vou morrer sem… Aprender a costurar, lol.
7. Quanto tempo levo a ficar pronta para sair? Uma hora, aprox. mas depende do evento hehe
8. Último lugar onde estive… Na cama.
9. Comida favorita… Nunca vou conseguir responder a esta pergunta.
10. Comida que eu não como de jeito nenhum… Borrego.
11. Música do momento – Nação PALOP – Mendes Brothers

12. Passo a vida a perder… Nada.
13. Emprego de sonho… Neste momento, não tenho.
14. Último concerto a que fui… Não quero mentir, mas acho que foi no Porto a ver umas bandas de metal portuguesas. Já lá vai algum tempo, lol.
15. Banda/Artista favorito: Impossível responder. São muitos. Desisti de responder a esta pergunta.
16. Última vez que me stressei…Há duas semanas, com o meu filho a fazer uma real fita no bus!
17. Carro ou mota… Carro, mas é para ser conduzida porque eu não conduzo. Quanto às motas, tenho medo.
18. Uma música com a palavra AMOR: Amor e Morte – Cradle of Filth

19. Não saio de casa sem… Pôr perfume.
20. Chocolate favorito: Snickers. Mortal.
21. Uma frase que a minha mãe sempre fala – “Quem meus filhos beija, a minha boca adoça” hahaha
22. Eu estou… Mortinha para ir de férias.
23. Eu sou… Muito convicta.
24. Eu quero… Ter saúde para ver o meu filho crescer com saúde também.
25. Ser amigo é… Não querer só vomitar os nossos problemas mas oferecer-nos a nós mesmos para ouvir e consolar o outro.
26. Quando eu morrer… Quero que utilizem o meu esqueleto em vídeos e concertos de metal!
27. Um livro… O Último Patriarca – Najat El Hachmi 
28. Um filme… Quills.
29. Uma meta para cumprir este ano… Ler mais.
30. Queria ser uma formiga para… Não queria.
31. Calças ou vestido… Calças
32. O que me faz feliz… Estar com a minha família.
33. Sou feliz quando… Estou com a minha família.
34. Queria ser… Mais paciente.
35. Queria ter… Dinheiro para poder viajar para onde quiser.
36. Se fosse homem… Seria exactamente igual ao que sou sendo mulher.
37. Uma pessoa que adorava conhecer pessoalmente… O Pete Burns mas ele já cá não está 😦
38. Cerveja é… Maravilhosa mas já nem me lembro do sabor.
39. Na noite passada… Fui “obrigada” a ir para a cama cedo :/ #bebes
40. Poderia ficar horas… Aver qualquer série que eu goste!
41. Desmaio quando… Estou eu, ou outras pessoas em sítios altos que não me inspiram segurança. Já só vejo tropeçarem e caírem dali abaixo.
42. O meu lema… Para a frente é o caminho!
43. Morro de medo de… Aves (pombos, galinhas…).
44. Daria tudo para… Reviver a minha infância.
45. O meu maior defeito que é uma grande qualidade… A minha individualidade excessiva que me permite contar comigo mesmo para qualquer adversidade.
46. Qual a maior qualidade que é um defeito…  Não guardar rancores quando, nem sempre tudo tem perdão.
47. Signo… Capricórnio com um pézinho no Aquário.
48. O que querias ser quando fosses grande? Escritora.
49. Clube de futebol… Nenhum.
50. Odeio… Que não respeitem o meu espaço.

Música | Favoritos : Da Infância à Atualidade

Música | Favoritos : Da Infância à Atualidade

Não sei se sabem mas mais do que maquilhagem, livros, cozinha e outras coisas sobre as quais escrevo aqui, a que gosto mais é música!

Até agora, não sabia como abordar o tema por aqui mas, considerando-me uma amante de música extremamente ecléctica, achei giro descrever as minhas preferências desde a infância até aos dias de hoje. Até porque são bem distintas umas das outras.

A minha família sempre gostou de ouvir música e atribuem-se muitas fases das nossas vidas a certos géneros musicais, por isso, não podia deixar de dividir as minhas maiores referências desta arte maior desta forma.

 

Infância

  • Michael Jackson – Primeiríssima influência musical. Muitas tardes a ouvir cassettes no rádio ❤
  • Vaya con Dios – Sim, tinha 6 aos quando pedi à minha mãe que me comprasse o Best Of deles. Miuda estranha.
  • Hanson: Porque eu passei ao lado das febres das boybands, mas não tanto assim heheh! Os Hanson foram durante anos uma obsessão para mim. Até cartas lhes escrevi. Era a pré-adolescência a falar.

 

Adolescência

  • Linkin Park – Comecei a “rebelar-me” (ao contrário do que muitos pensam, nunca fui uma míuda rebelde) na altura em que o Nu-Metal estava em altas. Os Linkin Park foram a minha banda de eleição dentro do género e abriram as portas o que se seguiu depois, durante muitos anos.
  • Cradle of Filth – Estes tipos deram origem à duquesa gótica que nasceu em mim durante a adolescência. Eu já era demasiado dark para o Nu-Metal, por isso, introduzi-me no metal a sério através dos COF.
  • Maria Callas – Por influência dos COF, descobri o maravilhoso mundo da Ópera. Sim, aos 14 anos ouvi a minha primeira ária interpretada pela melhor cantora que alguma vez viveu: La Divina!
  • Folk – Foi tambem nesta altura que descobri o Folk Europeu e me rendi à música de bandas como Sangre Cavallum ou Galandum Galundaina.
  • Bandas de Black Metal – Já no fim da adolescência deixei de querer associar-me tanto àquela imagem da míuda que vai para os festivais e concertos toda aperaltada com corpetes e saias compridas, para entrar mais naquela imagem de metaleira a sério. Estava na hora de deixar a música transparecer mais na minha forma de vestir e, nesta fase, já eu estava in too deep no Black Metal. Foi sempre o meu género preferido.

 

Fim da adolescência

  • Dead or Alive: Uma grande, graaaaaande necessidade de mudança me percorria a alma quando cheguei aos 19/20 anos. Descobri uma banda antiga, que não era do meu tempo e que tinha um frontman que acabou por me inspirar temendamente.
  • Visual Kei: O verdadeiro ponto de viragem deu-se aqui onde, por influência dos meus amigos na altura, me adentrei no fantástico e riquíssimo mundo deste género Japonês.

 

Idade Adulta

  • Raízes – África: Durante a adolescência estive demasiado ocupada a construir a minha identidade através da música que ouvia e sempre negligenciei a música que, afinal, me acompanha desde que nasci. Com o passar do tempo, e com a variedade de géneros que passei a conhecer, apurei o ouvido para muita coisa que já conhecia mas que nunca tinha ouvi com atenção. Nomes como Ildo Lobo, Carlos Burity, Bulimundo e Mendes Brothers  já fazem parte da minha dose diária de música.

 

Hoje em dia, a minha playlist é constituída por todos os géneros e bandas mencionados acima (até os Hanson!), com um pouco de industrial/electro, música do mundo, algum hip hop, punk e 80’s pop pelo meio!

 

Disse o Nietzsche:

 

Sem a música, a vida seria um erro.

 

A*