Mãe & Bebé | A minha experiencia com o Babywearing

Mãe & Bebé | A minha experiencia com o Babywearing

Mesmo antes de nascer o pequeno, sabia que queria um método de transporte complementar ao tão tradicional carrinho.

Não só era costume ver familiares a carregarem os seus bebés, como também havia de ter em conta o facto de viver numa cidade grande, sem carro, onde certamente teria de desenvencilhar-me facilmente em metros, autocarros e o diabo a 7!

Deparei-me então com o vasto (vastíssimo!) e bonito mundo do Babywearing! Convenhamos, isto não é nada de novo, muito pelo contrário, antes das modernices dos carrinhos já as mulheres carregavam as suas crias, quer ao peito, quer às costas. Algo que ainda se vê em muitos países Africanos e Asiáticos, permite ás mães continuarem com os seus trabalhos e vida quotidiana enquanto levam os seus bebés “ao colo”!

Pois é, isto era mesmo que eu precisava, um kit de mãos livres que, ainda assim, deixa-me ter o rebento bem juntinho a mim.

Quando me decidi começar a pesquisar, vi que tinha tantas, mas tantas opções que quase logo pensei em desistir. Tinha de aprender uma série de termos novos, conhecer os modelos disponíveis e, acima de tudo, saber quais os portes ergonómicos.

A escolha de um porta-bebés deve ser cuidada, no sentido em que há que pensar na ergonomia do mesmo (para que respeite a posição natural do bebé) e no conforto para o carregador.

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Como podem ver nas imagens acima, o bebé deve ir sentado e com os joelhos dobrados e não pendurado pela zona pélvica. Infelizmente, muitas marcas conceituadas vendem marsúpios não ergonómicos pois deixam a cria pendurada e de costas rectas, quando o que se pretende é um painel flexível que respeite a curvatura natural da coluna do bebé.

Posto isto, optei por um carregador ergonómico, flexível e fácil de usar : o Mei Tai.

O Mei Tai é um modelo asiático que permite qualquer pessoa, independentemente da sua estatura, carregar o bebé. É composto por um painel flexível e 4 tiras que servem para amarrar na cintura e nas costas.

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Posso afirmar que esta é a forma mais cómoda que tenho de transportar o César e, arrisco dizer, a que ele mais gosta. Vai ao colo, quentinho, a ver tudo e acaba sempre por adormecer.

Comprei o meu aqui !

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Por aí também carregam os vossos rebentos?

 

A*

 

7 thoughts on “Mãe & Bebé | A minha experiencia com o Babywearing

  1. O meu broto viveu o “4º trimestre” enfiado numa faixa (tipo moby wrap) e foi óptimo. Nunca chorava, dormia bem à noite, eu tinha alguma autonomia e até dormia umas sestas sentada no sofá com ele bem seguro. Tive de gramar com os comentários do “estás a habitua-lo ao colo”, claro, mas hoje em dia adoro ver essas mesmas pessoas chocadas porque o Simão não quer estar ao colo, é todo independente e quer é ir para o chão. Eu sei que cada um tem a sua personalidade desde bebé, mas acredito seriamente que quando confortamos as necessidades de contacto físico do bebé estamos a facilitar que, quando ele estiver preparado, se torne verdadeiramente independente. E é muito mais prático para andar de transportes públicos! Agora usamos uma ring sling e o ergo 360º. Tens imensa razão na questão dos marsúpios que deixam os miúdos pendurados, é um horror, não percebo como é que marcas tão conceituadas (tipo a chicco) vendem essas coisas. Se um peluche do IKEA deita pêlo fazem logo uma recolha “pela segurança das crianças” mas depois é ver miúdos pendurados pelas virilhas, parece que se vão desconjuntar.

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    1. No 4o trimestres, o puto não queria nada com os panos mas também, nessa altura, ele aceitava melhor ficar no carrinho, dormia mais tempo e não reclamava tanta atenção (com o meu filho é tudo ao contrário lol) por isso agora é que estou mesmo a usar o mei tai em força. Quero lá saber do hábito ao colo, à mama, ao adormecer assim ou assado. Não costumo ouvir isso mas, se ouvisse, era para fazer cara de paisagem e seguir lol. Pois, esses marsupios até fazem aflição mas sabes que a marca chama muita gente e eles garantem que é ergonómico quando não é!

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      1. Obrigada mesmo, lê-se muita coisa pela Internet mas nem sempre com o verdadeiro conhecimento de causa, por isso é tão importante ler de quem realmente usa 🙂 Vou “chateando” então 😉

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