De volta ao “normal” – Parte III

De volta ao “normal” – Parte III

A terceira e última parte desta trilogia mostra o árduo caminho em direção à…normalidade!

Não há palavra que eu mais deteste que “normal” mas não dá para evitar, toda a gente usa e abusa deste termo, pelo que, acabo por render-me cada vez que o utilizam.

Um belo dia olhei ao espelho e disse: BASTA!

Quero voltar a ter sobrancelhas, quero experimentar ter qualquer coisa aqui nesta zona da cara e ver como é que isto anda.

Muito a medo lá desenhei qualquer coisinha a mais só para ver como corria.

 Mas calma, é preciso calma. Isto vai correr bem. Vais habituar-te Andreia!

 

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Decidi então começar a desenhar as sobrancelhas todos os dias. Não só fazia com que me habituasse ao look  sem que me visse como uma autêntica chewbacca, como me ajudava a criar a forma que eu queria dar ao que ia crescer.

Pois, crescer…

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Falhas, falhas everywhere!

Sempre me disseram que de tanto arrancar ia parar de crescer, mas eu na minha esperteza, ria e dizia que não.

Well, a verdade é que cresceu, mas não como antes e, na parte da frente, cresceu mesmo muito pouco.

Whatever! Vou encharcar isto em óleo de rícino e isto VAI CRESCER!

Com o tempo comecei a gostar MUITO de me ver com as sobrancelhas maiores e, com algum espanto, reparei que me faziam parecer mais nova, mais jovem (sobrancelhas de velha querias o quê?).

Não que eu me preocupasse muito com isso, porque sempre me deram muito mais idade mas foi, realmente, curioso.

 

Tanta prática fez com que me tornasse mestre na arte de desenhar e maquilhar sobrancelhas e fui ficando cada vez mais wild deixando-as cada vez mais grossas. Perigosamente grossas.

 

 

 

Eu não tenho meio termo.

O facto é que demasiado grossas ou não, eu absolutamento ADORO esta tendência e vejo-me a usar este design por muito tempo. Acho que dá carácter e personalidade ao rosto. AMO!

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Tcharaaaaaaannnn!!!!

Hoje em dia, recebo grandes elogios às minhas sobrancelhas espessas, pintadas e grossas e  toda a gente acha que isto deve-se á idade e ao facto de estar a ficar NORMAL! *risos*

Escusado será dizer que a minha mãe gosta bem mais de ver-me assim e, secretamente, agradece por ter deixado a máscara de doente terminal para trás.

 

Moral da história:

Independentemente do que dizem as outras pessoas, ou das modas que se ditam, cada um é LIVRE de fazer com o seu aspeto o que bem entender. Antes toda a gente criticava o facto de, praticamente, não ter sobrancelhas mas, querem saber? Eu sentia-me fantástica! Não mudei de aspeto por pressão ou por ver, de repente, toda a gente a querer ser a Brooke Shields ou a Cara Delevingne, mas sim porque quis. Gosto de mudar e ser livre de me apresentar como bem entender.

Não me arrependo nada de ter massacrado as sobrancelhas ao ponto de hoje em dia não crescerem em certas zonas. So what? São só sobrancelhas :).

 

Espero que tenham gostado desta brincadeira, que serviu não só para explicar este meu curioso percurso sobrancelhal mas também para relativizar todo este tema de aparência e tendências e o que se considera bonito e feio.

Somos livres de sermos quem somos e também somos livres de mudar a qualquer altura.

Um beijinho,

 

A*

2 thoughts on “De volta ao “normal” – Parte III

  1. Obrigada ^_^ Também gostei do teu e passarei por aqui mais vezes.
    Btw, as tuas sobrancelhas estão muito bem assim :3 O que conta é sentires-te confortável com a tua imagem.

    Beijinho*

    Liked by 1 person

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