A Duquesa do Mal- Parte I

A Duquesa do Mal- Parte I

TrilogiaApesar de hoje em dia ouvir muito:

“Ai que sobrancelhas giras, queria tê-las assim!”

“Ai tens de me dizer como fazes as sobrancelhas, quero aprender!”

“Ah adoro as tuas sobrancelhas! São espessas e estão super na moda!”

(Vocês quando citam alguém não fazem sempre aquele “ai/ah” introdutório absolutamente rídiculo – mas muito cómico – só para garantir que toda a gente entende que não foram vocês que disseram o que vão dizer a seguir? Eu também.)

Isto não foi sempre assim, aliás, para dizer a verdade, já foi exactamente o OPOSTO!

Para que possam conhecer este meu curioso e atribulado percurso “sobrancelhal” trago-vos o primeiro capítulo da Trilogia das Sobrancelhas!

 

O início.

1
6 anos. Cabelo LISO.

Nasci dotada de umas sobrancelhas escuras e farfalhudas que, nunca pensaria eu, hoje em dia seriam um grandecíssimo sucesso. Até aos 14/15 anos nunca quis que me tocassem nas sobrancelhas.

Deixa como está que está bem!

Ok, confesso: só tirava os pelitos do meio para evitar a oh so horrible monocelha.

 

A Duquesa do Mal.

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Um belo dia (e para grande desgosto da minha pobre mãe) achei que não parecia evil o suficiente. Todas aquelas míudas góticas super estilosas que eu via na net tinham umas sobrancelhas super finas e arqueadas e aquilo dava-lhes um ar brutal! Eu queria uma coisa vampiresca, queria lá andar com aquele farfalho escuro em cima dos olhos, eu queria era que se notasse a léguas que eu era muito alternativa. *Risos*.

Peguei na pinça e ZÁS! ZÁS! ZÁS!

Nunca me vou esquecer do choque na cara da minha mãe quando ela finalmente conseguiu proferir algumas palavras:

Andreia, o que é que fizeste?? Pareces uma doente terminal! Credo, deus me perdoe!!!

Ainda com a pele massacrada de tanto arrancar pêlos, respondo: Eu gosto assim.

Escusado será dizer que esta reacção (e outras de puro horror) se repetiu até toda a gente se cansar de ver a minha cara de “doente”.

Entretanto,eu andava feliz da vida a marcar pela diferença. Estava-me bem a borrifar que dissessem que não me ficava bem. Nem a mim nem a ninguém!

As velhas é que andam assim, Andreia.

Óptimo, adoro sobrancelhas de velha!

Durante uns bons 5 anos, exibi as minhas, cada vez mais finas, sobrancelhas. Quando a maquilhagem era a rigor dava-lhes um toque de lápis e lá ia eu, a duquesa do mal no seu esplendor!

 

 

 

 

Na 2ª parte desta trilogia vamos falar de cera e “da falta de utilidade das sobrancelhas” *medo*…Fiquem atentos!

Beijinhos,

A*

 

4 thoughts on “A Duquesa do Mal- Parte I

  1. As tuas sobrancelhas como estão agora é que são lindíssimas! Recheadas e perfeitas. Eu nunca fiz as minhas, e até hoje na deixei que mexessem nelas também, por medo ihihih. Elas são ligeiramente cheias, mas não tão lindas como as tuas.

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